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Estufas são aliadas dos produtores de hortaliças na Fronteira do RS

Produção protegida foi implantada em Uruguaiana há 15 anos. Atualmente, região possui 100 mil metros quadrados de plantação.

Estufas são aliadas dos produtores de hortaliças na Fronteira do RS

As baixas temperaturas acompanhadas de geada dificultam a produção de legumes e verduras em regiões como na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. Para se adequar às mudanças climáticas, vários produtores rurais aderiram ao plantio em estufas de telado.

Antigamente, as hortaliças comercializadas na região eram trazidas de outras partes do estado. Há cerca de 15 anos, porém, a produção protegida começou a ser implantada. Atualmente, há mais de 100 mil metros quadrados de plantação de alface em estufas. Segundo dados da Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), os produtores locais distribuem, em média, cinco mil pés da verdura por dia.

As estufas feitas com tela se tornaram a alternativa mais recomendada para o cultivo protegido, como relatam os produtores. "De começo, eu usava a estufa de plástico. Mas a cada ventania ela se estragava muito e o custo também era alto. O vento vem, rasga e tu tens que ir comprar de volta. Quando descobri o telado, desmanchei todo o plástico que eu tinha. Hoje, o telado me dá muita tranquilidade. Ele é antigranizo, uma maravilha", explica Adão Dornelles Falcão.

O engenheiro agrônomo João Carlos Battassini, que acompanhou o processo de adaptação e instalação das estufas em Uruguaiana, afirma que o método é o mais indicado para essa região do estado. "Todos aqueles fatores climáticos que são desfavoráveis para o cultivo de hortaliças ficam contornados com a proteção desses materias, que são as telas de sombreamento e os filmes aditivos anti-UV. Temos aí a proteção contra geadas, contra baixas temperaturas, contra granizos, contra chuvas fortes".

Outra vantagem do cultivo em estufas é o encurtamento do ciclo. A céu aberto, o alface teria quatro ciclos durante o ano. Já no cultivo protegido, a produção dobra, rendendo oito ciclos anuais e promovendo um maior aproveitamento da área. "O objetivo desses produtores, que apostaram em desenvolver a plasticultura, é exatamente conseguir manter uma regularidade na oferta de seu produtos no mercado local", conclui Battassini.

fonte: g1

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